quinta-feira, 20 de maio de 2010

Uma comunidade para ajudar a plantar árvores

Este site, The Grove, é uma comunidade social online dedicada a ajudar famílias e amigos a partilhar as suas experiências sobre plantar árvores e a celebrar estes momentos felizes. Outra boa ideia.

Gostava de ir a esta loja...

Mas fica do outro lado do Atlântico... Succulence: life and garden.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Green Guide, da National Geographic

Este site vale a pena, tem "conselhos diários para um dia-a-dia verde".

Thomas L. Friedman, Obama e maré negra

Friedman, autor de livros como "The World Is Flat" (2005) e "Hot, Flat, and Crowded" (2008) e colunista no "New York Times", tem escrito sobre a maré negra no Golfo do México e a política energética da administração Obama.
Este escritor compara a maré negra, não ao Katrina - porque considera que Obama e a sua equipa têm coordenado bem as operações de limpeza, ao contrário do que aconteceu na era Bush com o furacão em Nova Orleães - , mas ao 11 de Setembro do Ambiente. Isto porque, diz, o 11 de Setembro de 2001 representou um daqueles raros momentos que conseguem criar a possibilidade para um país realizar algo de verdadeiramente importante e duradouro e que é demasiado difícil de conseguir em tempos normais. No entender de Friedman, Bush não o conseguiu com o 9/11; Obama parece não o estar a conseguir com esta maré negra. Seria uma oportunidade para reformar a política energética, reduzindo a dependência dos combustíveis fósseis como o petróleo. A 5 de Maio, Friedman escrevia no NYT que a resposta a esta maré negra poderá bem tornar-se no mais importante teste à liderança da presidência Obama. Por enquanto, diz o escritor, Obama está a sair-se bem a "perseguir" os líderes das empresas envolvidas no derrame mas não oferece nenhuma grande estratégia para acabar com a dependência norte-americana do petróleo. A prova é o seu apoio "tépido" à lei climática Kerry/Lieberman/Graham.
E cita um analista do sector energético, David Rothkopf: "sometimes a problem reaches a point of acuity where there are just two choices left: bold action or permanent crisis. This is such a moment for our energy system and environment".
Por isso, sr. Obama, não diga aos americanos que o seu papel é apenas odiar a BP ou fazer compras no Mississipi; talvez o país esteja à espera do tiro de partida para uma nova era energética e de liderança ambiental norte-americana.

No Longer Need It, mas que grande ideia!

Gostava de saber se existe alguma explicação sociológica para em Portugal não haver "garage sales".
O site Treehugger fala do novo site No Longer Need It que faz o mesmo... mas na Internet. Ora aqui está uma excelente ideia (ao contrário dos soutiens-vaso-de-arroz, ver dois post abaixo).

Nicholas Ray e "Wind Across the Everglades"

Em 1958 estreou nos cinemas o filme de Nicholas Ray "Wind Across the Everglades". Ontem, 18 de Maio de 2010, fui vê-lo à Cinemateca, no âmbito do ciclo de cinema da Gulbenkian.
É curioso o quão actual continua a ser a ganância humana. Há quase meio século, matavam-se bandos de centenas de aves, em plena época de nidificação, em nome do lucro conseguido pela venda das penas. Para enfeitar chapéus e outros trejeitos da moda. Isto anos antes da obra de Rachel Carson, "Silent Spring" (1962), que marcou o início da tomada de consciência da crise ambiental internacional, tal como hoje a conhecemos.
Já deixámos de usar penas (mais ou menos), mas usamos produtos que, muitas vezes, nem sonhamos serem fabricados a partir de animais e plantas.
Autores como Colin Beavan ("No Impact Man") ensinaram-me a importância de prestar atenção às consequências das nossas acções no quotidiano. E essas vozes, críticas e incómodas, já se faziam ouvir nos idos anos 50. Como a Audubon Society nos Everglades (EUA). Essas vozes dão força àqueles que ainda hoje lutam, por vezes sozinhos, pela conservação de plantas e animais nos quatro cantos do planeta.
Que estes exemplos nos sirvam de inspiração sempre que precisarmos deles. Porque vamos precisar, de certeza.

Sem palavras...

Que todos devemos adoptar estilos de vida mais sustentáveis, tudo bem. Todos estamos dispostos a fazer mais aquele sacrifício para resgatar o planeta da destruição... Mas há coisas que, enfim, não devem ser levadas à letra.
Agora digam-me lá quem é que se lembra de usar um soutien que também serve de vaso para plantar arroz!!!? Sim, é verdade. O modelo existe e quem se lembrou foi a Triumph japonesa. Tudo pela agricultura local (o mais possível). Quem se quiser admirar, pode espreitar aqui.