sábado, 2 de abril de 2011
Áreas Protegidas: que impacto para quem lá vive?
sexta-feira, 1 de abril de 2011
A "diva" das Camélias no seu melhor
Hoje, a BBC chama a atenção para a "diva" das camélias da Inglaterra. Já há várias décadas que esta árvore não estava tão florida. Foi plantada em 1960, tem hoje 24 metros de altura (!!!) e vive no Westonbirt National Arboretum. Nem tudo são más notícias...
quinta-feira, 31 de março de 2011
Nova app para iPhone
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Neve no Gerês
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Sobre as 7 Maravilhas (Naturais) de Portugal
quarta-feira, 28 de julho de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
Dias verdes e Rede Natura 2000
Luísa Schmidt, "Portugal Ambiental" (1999)
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Nicholas Ray e "Wind Across the Everglades"
É curioso o quão actual continua a ser a ganância humana. Há quase meio século, matavam-se bandos de centenas de aves, em plena época de nidificação, em nome do lucro conseguido pela venda das penas. Para enfeitar chapéus e outros trejeitos da moda. Isto anos antes da obra de Rachel Carson, "Silent Spring" (1962), que marcou o início da tomada de consciência da crise ambiental internacional, tal como hoje a conhecemos.
Já deixámos de usar penas (mais ou menos), mas usamos produtos que, muitas vezes, nem sonhamos serem fabricados a partir de animais e plantas.
Autores como Colin Beavan ("No Impact Man") ensinaram-me a importância de prestar atenção às consequências das nossas acções no quotidiano. E essas vozes, críticas e incómodas, já se faziam ouvir nos idos anos 50. Como a Audubon Society nos Everglades (EUA). Essas vozes dão força àqueles que ainda hoje lutam, por vezes sozinhos, pela conservação de plantas e animais nos quatro cantos do planeta.
Que estes exemplos nos sirvam de inspiração sempre que precisarmos deles. Porque vamos precisar, de certeza.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
In the woods...
(Ralph Waldo Emerson (1803-1882), "Nature")
Bom fim-de-semana!
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Novo relatório da ONU sobre perda da Biodiversidade
Coreia do Norte, paraíso da vida animal?
A riqueza animal da zona desmilitarizada daquele país, faixa de terra que divide a Coreia do Sul da Coreia do Norte - com 250 quilómetros de comprimento e quatro de largura, segundo dados da Wikipedia - tem sido objecto de notícias, como em 2008 pelo "The Christian Science Monitor".
Nas últimas décadas, a zona desmilitarizada da Coreia tem-se revelado extremamente perigosa para humanos. São quase inexistentes as incursões nessa região. Este isolamento natural originou a criação involuntária de um santuário para a vida animal, reconhecido como uma das áreas de habitat temperado mais bem preservadas do planeta. Entre as espécies ameaçadas que lá vivem encontram-se o Tigre coreano, o leopardo Amur e o urso negro asiático. Estão identificadas 2900 espécies de plantas, 70 de mamíferos e 320 de aves.
Os ecologistas esperam que no dia em que acontecer a reunião das duas Coreias, esta seja conservada como refúgio da vida selvagem.
No Ano Internacional da Biodiversidade, é bom ficar a conhecer mais este bastião. E o trabalho do DMZ Forum, organização que luta pela conservação da natureza e da paz naquela região.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Dia Mundial das Zonas Húmidas
As Zonas Húmidas distinguem-se pela diversidade biológica e cultural nelas existente e que representa uma riqueza natural resultante das inter-relações milenares entre os povos e essas zonas.
A importância das Zonas Húmidas prende-se com o importante e fundamental papel regulador que desempenham no ciclo hidrológico, ao permitirem o transporte, deposição e acumulação de sedimentos e nutrientes (como o fósforo e o azoto) ou mesmo a sua incorporação na vegetação residente, tornando os ecossistemas húmidos em bastante produtivos, competindo com os sistemas agrícolas intensivos e controlando cheias e inundações. Além disso, as Zonas Húmidas constituem zonas de recarga de aquíferos e de purificação de águas doces, constituindo o local indicado para a desova de muitas espécies aquáticas.
No entando, as Zonas Húmidas são ecossistemas frágeis, onde a interferência humana, como a interrupção do movimento natural dos sedimentos e dos nutrientes, a contaminação por efluente insdustriais, agrícolas ou domésticos, provoca consequências graves, como o aumento da degradação e erosão das Zonas Húmidas e a redução da biodiversidade existente nestas.
Por estas razões e de modo a conservar e valorizar as Zonas Húmidas, foi criada a Convenção de Ramsar, assinada a 2 de Fevereiro de 1997, data que passou a ser reconhecida e celebrada como o Dia Mundial das Zonas Húmidas.
Em Portugal foram identificadas 49 Zonas Húmidas, estando algumas classificadas como sítios Ramsar, totalizando uma área de 66 094ha. O Estuário do Tejo (a mais importante zona húmida do país e uma das dez mais importantes da Europa) e a Ria Formosa foram os primeiros sítios Ramsar designados em 1980.
Para ficar a conhecer melhor as Zonas Húmidas de Portugal consulte o Centro de Estudos de Zonas Húmidas do ICNB.
pensamento crítico: o que é que cada um de nós poderá fazer por estes ecossistemas tão frágeis mas tão importantes para o equilíbrio natural? Ideias? Partilhem na caixa de comentários!
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Aconselhamos: um site para os 12 meses da natureza
sábado, 31 de janeiro de 2009
O que é uma ZPE
Em 2002, Portugal tinha designadas 47 ZPE, num total de mais de 870 mil hectares.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Cartografia de aquíferos na Net
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Espanha já tem a "grande enciclopédia digital das aves"
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Regresso à economia rural?
sábado, 7 de junho de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
Tesouros da Tanzânia
domingo, 13 de abril de 2008
Ouvir a Natureza na Internet
Já que estamos a falar de sons da Natureza, o "New York Times" revela que, afinal, o mundo subaquático dos oceanos não é assim tão calmo e silencioso... Reúne os sons que fazem os peixes. Incrível. Muito bem apresentado. Vale a pena ir espreitar. E ouvir.

