terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Dia Mundial das Zonas Húmidas


As Zonas Húmidas distinguem-se pela diversidade biológica e cultural nelas existente e que representa uma riqueza natural resultante das inter-relações milenares entre os povos e essas zonas.

A importância das Zonas Húmidas prende-se com o importante e fundamental papel regulador que desempenham no ciclo hidrológico, ao permitirem o transporte, deposição e acumulação de sedimentos e nutrientes (como o fósforo e o azoto) ou mesmo a sua incorporação na vegetação residente, tornando os ecossistemas húmidos em bastante produtivos, competindo com os sistemas agrícolas intensivos e controlando cheias e inundações. Além disso, as Zonas Húmidas constituem zonas de recarga de aquíferos e de purificação de águas doces, constituindo o local indicado para a desova de muitas espécies aquáticas.

No entando, as Zonas Húmidas são ecossistemas frágeis, onde a interferência humana, como a interrupção do movimento natural dos sedimentos e dos nutrientes, a contaminação por efluente insdustriais, agrícolas ou domésticos, provoca consequências graves, como o aumento da degradação e erosão das Zonas Húmidas e a redução da biodiversidade existente nestas.
Por estas razões e de modo a conservar e valorizar as Zonas Húmidas, foi criada a Convenção de Ramsar, assinada a 2 de Fevereiro de 1997, data que passou a ser reconhecida e celebrada como o Dia Mundial das Zonas Húmidas.

Em Portugal foram identificadas 49 Zonas Húmidas, estando algumas classificadas como sítios Ramsar, totalizando uma área de 66 094ha. O Estuário do Tejo (a mais importante zona húmida do país e uma das dez mais importantes da Europa) e a Ria Formosa foram os primeiros sítios Ramsar designados em 1980.

Para ficar a conhecer melhor as Zonas Húmidas de Portugal consulte o Centro de Estudos de Zonas Húmidas do ICNB.


pensamento crítico: o que é que cada um de nós poderá fazer por estes ecossistemas tão frágeis mas tão importantes para o equilíbrio natural? Ideias? Partilhem na caixa de comentários!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Voltar a fazer coisas à mão

Um blogue interessante, aqui.

Sacos de pano para levar as sandes, por ex

Não podemos passar sem sacos. Plástico ou pano é a verdade. Esta empresa apresenta uma solução bem interessante para dar uma alternativa a quem guarda a sandes no tradicional guardanapo de papel... Pena que não é portuguesa...

Vegetarianos americanos

Três por cento dos norte-americanos são vegetarianos. Aqui.

O que se faz com a cortiça

parabéns à Pelcor, marca portuguesa que dá novos usos à cortiça. Segundo a agência Lusa, a Pelcor terá produtos expostos e à venda, a partir de Maio, no Museu de Arte Moderna (MOMA) de Nova Iorque. No seu site explica que aplia o design à ecologia, inserindo-se no conceito "ecofriendly".

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Adeus a detergentes e sabão!?

Há quem esteja a inventar uma maneira de lavar, por exemplo, a louça sem precisa de usar detergentes ou sabão. Só água. Os rios agradeceriam...